Legalzinho o jogo, gosto bastante desse gênero. Joguei um pouco do modo história também.

Não concordo com uma cultura moldada por algoritmos. E é isso que a maioria das redes sociais mainstream se tornou. Por isso, saí de lugares como Facebook, Twitter e cá estou.
Sigo mais conversas do que pessoas.
:linux: CachyOS + i3wm
Aviso: parei de aceitar “seguidores” automaticamente. Motivo? Spam.
PS: O gol é do outro lado.
Legalzinho o jogo, gosto bastante desse gênero. Joguei um pouco do modo história também.



@potatoguy Obrigado! Não conhecia, acho que passei batido por ele porque usava Debian. Só de ter tema escuro já é uma vitória! Aliás, não sei o que há com os apps de legendas: geralmente eles têm uma funcionalidade boa, mas a legibilidade sempre peca. Você notou se aí a fonte dos menus é meio “embaçada”, com um contraste estranho?


@mogranja Na thumbnail, aparece 50% aqui. Mas se entro no link logado com minha conta do Steam, exibe 65%. Talvez o desconto seja diferenciado por região (EUA 50% e BR 65%).


@perikitapreta @jogos Não conhecia esse, anotado! Gráficos muito bons pra época, hein!


@miguel @morgaelyn @jogos Se um dia eu pegar um PC melhor, jogarei.
Sei que seria algo meio caça-níquel, mas seria doido ver algum crossover com os personagens dos jogos, hehehe.
Também curti Max Payne e Alan Wake, muito inovadores em suas épocas. Deste último, certa vez fiz uma resenha sobre os DLCs. Para quem curte metalinguagem envolvendo literatura, vale muito a pena jogá-los.
Deixei uma cópia da resenha aqui, caso alguém tenha interesse:
https://curadoria.bearblog.dev/resenha-alan-wake-the-signal-e-the-writer/


@arlon @foss Sim: uso a tecla CAPS como ESC. Fora isso, mantendo CAPS pressionada, ativo camadas adicionais para outras teclas.
Se você precisar apenas trocar o CAPS e ESC de lugar, na própria distro deve ter a configuração para teclado (no ambiente gráfico), algo como: “Swap Caps to Esc”.
Salvo engano, algumas distros também permitem esse acionamento simultâneo dos “Shifts” para fixar a maiúscula (não consigo simular aqui porque estou em outro ambiente, i3wm).




@arlon @nossaquesapao @rony @daltux
Ghostwritter já testei e achei legal, é bem parecido com o Apostrophe.
Quanto ao Emacs, só conheço de nome. Pelo que já ouvi o pessoal falar, está num nível igual ou superior ao Vim.
Do pouco que vi, uma coisa que não me agradou muito no Emacs é o maior uso de teclas especiais (salvo engano).


@arlon @tecnologia Se não impor limites de download / upload, ele pega toda a banda disponível (se os torrents tiverem muitos seeders ou seeders com internet de alta velocidade). E se apenas o upload estiver no talo, também afeta a navegação.


@arlon @ale @e_mydata @batepapo
Também não aposto em telefones. Na verdade, nunca gostei dessa joça, mas é o que temos para hoje, hehehe. Gostaria de ter um “dumbphone”, mas de qualidade, não esses Positivo que vendem no Brasil.
Meu sonho é ter uma experiência no smartphone próxima a que tenho no PC usando Linux. Tudo converge para as Custom ROMs. Mas o fato de possuir apenas um aparelho e o risco de “brickar” (inutilizá-lo no processo) me afastam.
PS: Arlon, como você consegue usá-lo sem conta Google?


Os notebooks dos anos 1990 e 2000 eram precários: precisavam das famigeradas placas PCMCIA para conectar à linha telefônica ou à rede. Nos anos 2000 / início dos 2010 melhorou.
Sobre a ansiedade coletiva:
Acredito que seja por conta da mudança, sem um tempo de amadurecimento no Brasil, da conexão discada para ADSL. Saltamos de um cenário em que a conexão era realizada apenas depois da meia-noite ou aos finais de semana para uma mais rápida e disponível 24 horas por dia. Conectar-se à internet não é mais um “evento”.
Os smartphones trouxeram a portabilidade unida à conectividade sem fio, que tirou aquele ritual de ligar o PC (o celular está sempre ligado), sentado numa cadeira e mais concentrado na navegação, bate-papo e discussões em fóruns. Agora, se faz isso enquanto se divide a atenção com outras tarefas. Da mesma forma, houve uma “appzação”, que nivelou a todos com perfis dentro de redes engessadas ao invés de fomentar a criatividade e a experimentação dos blogs.
Acho que temos que retomar esses “rituais” como a “hora de…” que foram perdidos ou reduzidos. Para isso: maior controle sobre o hardware e software (complicado no caso dos smartphones).
@mancada @jogos Sacanagem do joguinho! Hahaha.
Com esse carro do Puffy, baixei para 02:29.341; com o Tux, depois das dicas do pessoal consegui baixar para 02:27.980. Ambos no Amador.
Depois vou testar a mudança de dificuldade. Valeu!
#vamosjogar